Hoje, acordei muito cedo para ir à esteticista. Fiquei na esteticista até ao meio dia e meia. Pensava que iam ser vinte e quatro euros e, afinal, foram trinta, o que me deixou só com vinte euros na mão.
Depois da depilação, resolvi ir as compras para o resto do mês para não me preocupar mais com o dinheiro para a comida. Enquanto estava a comprar estava a somar na calculadora do telemovel. Resolvi separar as coisas porque só o dinheiro que tinha em mão e que tinha na conta, juntos, davam para pagar. Na caixa, quando entreguei o cartão disseram-me que não funcionava. Depois lá telefonei ao avô. Acabei por tirar tudo da caixa, voltar a meter no carrinho e saí do supermercado para ver se conseguia levantar dinheiro. Não consegui. Quando voltei ao supermercado para ver se dava para usar o visa sem código, disseram-me que sim depois de conseguirem comprar o queijo com o visa. Então, voltei a meter tudo na caixa outra vez. Quando fui pagar disseram-me que não dava. Passado bastante tempo de tentarmos resolver a situação devolvi as compras e vim-me embora. Fiquei um bocado aborrecida com a situação, mas no fundo, também foi divertido porque tive mais esta nova experiência. Nunca tal me tinha acontecido. Foi engraçado. Claro, depois de ter acontecido.
Voltei para casa só com o queijo e contei aos meus companheiros de casa o que me aconteceu no Carrefur.
Fiz o meu almoço que foi bifinhos de frango com leite e arroz de tomate. Aqui a comida toda fica diferente, mas não deixa de ser saborosa. Depois do almoço o Ivan, o mexicano, saiu a correr porque tinha de ir trabalhar para o mercado. Então, fiquei com o outro mexicano, que entretanto quando soube que já tinha dinheiro, graças ao avô, me disse para ir com ele ao mercado.
Então, eu, ele e outra rapariga, a Celine, belga, fomos ao mercado. Foi tão divertido!
Primeiro, fomos a uma barraquinha de legumes e fruta. Comprei tomates, muitos, laranjas, muitas, tangerinas, muitas, um pimento, cebolas e morangos. Não dá para acreditar, mas um quilo de morangos que no Carrefur custava, aproximadamente, cinco euros, eu comprei por um euro e cinquenta. Nesta barraquinha o senhor ofereceu-nos uma tangerina para provarmos e estavam mesmo boas, docinhas.
Depois fomos a outra barraquinha, esta era de carnes. O mexicano conhecia o senhor. Aí, nesse corredor de barraquinhas, encontrámos o outro mexicano a trabalhar. Juntámo-nos todos a conversar com o senhor da barraquinha. Ele era tão divertido! E depois metia-se na brincadeira comigo a dizer que me oferecia tudo o que havia na sua barraquinha se eu o levasse comigo. E dizia aos mexicanos que eles não podiam trazer pessoas como nós, eu e a Celine, ou ele ia à falência. Sim, porque pelo que os mexicanos me disseram ele faz preços muito baratos às raparigas de quem ele gosta. E eu confirmei.
Trouxe quatro pernas de frango, grandes, chouriço para pão, queijo e salsichas frescas. Pelo que me constou o queijo que trouxe era muito caro e não paguei o caro que ele era. Além disso o senhor, enquanto conversávamos e brincávamos, ainda nos ofereceu um copo de “canasta”, que é uma bebida alcoólica muito similar ao vinho do Porto, presunto, queijo e outros aperitivos. No fundo fizemos ali uma pequena festa em meia hora. Foi muito engraçado! É uma cultura muito diferente e as pessoas são muito quentes.
Depois da depilação, resolvi ir as compras para o resto do mês para não me preocupar mais com o dinheiro para a comida. Enquanto estava a comprar estava a somar na calculadora do telemovel. Resolvi separar as coisas porque só o dinheiro que tinha em mão e que tinha na conta, juntos, davam para pagar. Na caixa, quando entreguei o cartão disseram-me que não funcionava. Depois lá telefonei ao avô. Acabei por tirar tudo da caixa, voltar a meter no carrinho e saí do supermercado para ver se conseguia levantar dinheiro. Não consegui. Quando voltei ao supermercado para ver se dava para usar o visa sem código, disseram-me que sim depois de conseguirem comprar o queijo com o visa. Então, voltei a meter tudo na caixa outra vez. Quando fui pagar disseram-me que não dava. Passado bastante tempo de tentarmos resolver a situação devolvi as compras e vim-me embora. Fiquei um bocado aborrecida com a situação, mas no fundo, também foi divertido porque tive mais esta nova experiência. Nunca tal me tinha acontecido. Foi engraçado. Claro, depois de ter acontecido.
Voltei para casa só com o queijo e contei aos meus companheiros de casa o que me aconteceu no Carrefur.
Fiz o meu almoço que foi bifinhos de frango com leite e arroz de tomate. Aqui a comida toda fica diferente, mas não deixa de ser saborosa. Depois do almoço o Ivan, o mexicano, saiu a correr porque tinha de ir trabalhar para o mercado. Então, fiquei com o outro mexicano, que entretanto quando soube que já tinha dinheiro, graças ao avô, me disse para ir com ele ao mercado.
Então, eu, ele e outra rapariga, a Celine, belga, fomos ao mercado. Foi tão divertido!
Primeiro, fomos a uma barraquinha de legumes e fruta. Comprei tomates, muitos, laranjas, muitas, tangerinas, muitas, um pimento, cebolas e morangos. Não dá para acreditar, mas um quilo de morangos que no Carrefur custava, aproximadamente, cinco euros, eu comprei por um euro e cinquenta. Nesta barraquinha o senhor ofereceu-nos uma tangerina para provarmos e estavam mesmo boas, docinhas.
Depois fomos a outra barraquinha, esta era de carnes. O mexicano conhecia o senhor. Aí, nesse corredor de barraquinhas, encontrámos o outro mexicano a trabalhar. Juntámo-nos todos a conversar com o senhor da barraquinha. Ele era tão divertido! E depois metia-se na brincadeira comigo a dizer que me oferecia tudo o que havia na sua barraquinha se eu o levasse comigo. E dizia aos mexicanos que eles não podiam trazer pessoas como nós, eu e a Celine, ou ele ia à falência. Sim, porque pelo que os mexicanos me disseram ele faz preços muito baratos às raparigas de quem ele gosta. E eu confirmei.
Trouxe quatro pernas de frango, grandes, chouriço para pão, queijo e salsichas frescas. Pelo que me constou o queijo que trouxe era muito caro e não paguei o caro que ele era. Além disso o senhor, enquanto conversávamos e brincávamos, ainda nos ofereceu um copo de “canasta”, que é uma bebida alcoólica muito similar ao vinho do Porto, presunto, queijo e outros aperitivos. No fundo fizemos ali uma pequena festa em meia hora. Foi muito engraçado! É uma cultura muito diferente e as pessoas são muito quentes.
Voltámos para casa e arrumámos tudo. A seguir a isto, fui com a Celine e com o Abrieg (não sei se é assim que se escreve), ao carrefur acabar de fazer as compras. Ele é francês e é muito engraçado a falar espanhol porque falar com o sotaque francês, com os “r” carregados mas em espanhol. Além disso tem a voz completamente desafinada, é muito divertido falar com ele.
Bem, fizemos as compras todas necessárias, mas esquecemo-nos que não tínhamos onde levar as compras sem ser à mão. Então, o regresso a casa foi uma mistura de doloroso e divertido porque como aqueles sacos pesados nos estavam a magoar muito as mãos, estávamos sempre a parar para descansar e enquanto isso íamo-nos rindo das figuras de cada um a carregar aqueles sacos todos. No fundo, estávamos tão divertidos com a situação que as pessoas que passavam por nós e também se riam.
Em casa, arrumámos tudo e vim para o quarto. Fiquei o resto do dia no quarto a descansar a fazer coisas na internet e a falar com o João. Acabei por jantar três sandes com queijo e umas tangerinas, do mercado.
Neste dia voltei a rir como já não ria há algum tempo, com muita vontade, por isso fiquei muito feliz. Gosto de viver aqui na Sagasta 22.
Bem, fizemos as compras todas necessárias, mas esquecemo-nos que não tínhamos onde levar as compras sem ser à mão. Então, o regresso a casa foi uma mistura de doloroso e divertido porque como aqueles sacos pesados nos estavam a magoar muito as mãos, estávamos sempre a parar para descansar e enquanto isso íamo-nos rindo das figuras de cada um a carregar aqueles sacos todos. No fundo, estávamos tão divertidos com a situação que as pessoas que passavam por nós e também se riam.
Em casa, arrumámos tudo e vim para o quarto. Fiquei o resto do dia no quarto a descansar a fazer coisas na internet e a falar com o João. Acabei por jantar três sandes com queijo e umas tangerinas, do mercado.
Neste dia voltei a rir como já não ria há algum tempo, com muita vontade, por isso fiquei muito feliz. Gosto de viver aqui na Sagasta 22.
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