Fiquei a actualizar o blogue para vocês. Creio que a partir de agora será assim, usarei a minha manhã para vos actualizar das novidades.
Ao meio dia e meia, bateram-me à porta. Era o Zavier e o Alfonso, com quem tinha combinado para irmos ao Puerto de Santa María. Passámos na casa das inglesas e encontrámo-nos com o Willie em frente ao porto de Cádiz.

Comprámos os bilhetes, dois euros, cada um. Entretanto o barco chegou. A viagem de barco foi muito gira.
Passados uns vinte, trinta minutos chegámos ao porto de Santa María. Aí combinámos que iríamos fazer um piquenique na praia.
Consoante fomos andando para a praia eu ia observando... A arquitectura de Santa María não é nada de interessante, até é bastante feia, tudo velho. No entanto, à medida que nos fomos afastando do porto ficou cada vez mais interesante. Vi um bar muito giro que parecia uma cabana rodeado de ervas trepadoras, tinha um aspecto Havai, muito engraçado, mas não entrámos.

Quando chegámos à praia percebemos que não podíamos fazer lá o piquenique porque estavam a fazer qualquer coisa à areia. Então perguntámos a um senhor que também estava a fazer a manutenção da praia e ele explicou-nos que estava a mexer a areia para renovar o ar e não se acumularem bichos debaixo dela. Disse-nos ainda que vão manter a areia assim até ao Verão, que ele disse que começava na próxima sexta-feira, mais ou menos. Ainda nos disse onde havia outra praia.
Enquanto andávamos para o conselho que aquele senhor nos tinha dado, vimos no meio do passeio algo que, inicialmente, parecia ser o parque infantil, mas que depois percebemos que era para adultos. Era um ginásio em frente à praia, no meio do passeio e que era muito utilizado. Cada um dos "objectos", porque não eram máquinas, tinham a respectiva explicação de que musculo desenvolvía. Era uma ideia inovadora, para mim, que nunca tinha
Continuámos a andar e depois de já termos andado trinta minutos tivemos de andar mais trinta minutos. Até que chegámos.
Era uma zona lindíssima! As casas eram estranhas, pareciam de influência árabe, mas era coloridas: cor-de-rosa, azul, amarelo,... E a praia era linda. Não dá para descrever, mas as fotografias mostram tudo.
Depois de termos feito o piquenique na praia, descansámos, aproximadamente, outra meia hora e, então regressámos, pois eram cinco horas e nosso barco era as seis e um quarto.
Como eu não sabia que ia andar tanto, fui de sapatos rasos que com o calor e com tanto que tive de andar fiquei com os pés com muitas bolhas, o que me dói muito. Aprendi.
Regressei a casa exausta. Quando me sentei na cama, bateram-me à porta do quarto. Era uma mexicana que estava à procura de quarto e que queria ver este. Logo hoje que não tinha tido tempo para deixar o quarto arrumado antes de ter saído de casa, mas ela não se importou nada com isso. Não deu resposta porque estava indecisa e disse que ia falar com a mãe que era quem a ajudava sempre quando estava indecisa.

Quando ela saiu, depois de muita gente ter invadido o meu quarto para a conhecer e falar com ela e também dar opinião, sentei-me outra vez para descansar. Quando o fiz ouvi a gritarem o meu nome, no mesmo instante lembrei-me que estava marcada uma reunião para as oito. Foi principalmente para falar sobre o Carnaval, procedimentos da casa nessa época, para onde íamos...
Estava tão cansada que não me apeteceu fazer jantar, então pedi aos mexicanos para fazerem comida para mim e eles, tão queridos, fizeram e nem se importaram nada. Tive um bom jantar, cachorros e sanduíches com muita alegria pelo meio. Jantei com os mexicanos, a Celine, o Rosé, a Nuria, só faltou o Abrieg.
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